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Cursos Pós-Graduação Pós-Graduação em Restauro de Arquitetura.

Pós-Graduação em Restauro de Arquitetura.

O objetivo do curso é capacitar profissionais para a execução de projetos e condução de obras de restauração de arquitetura com Bens Artísticos Integrados, executar vistorias e proceder a interface de diversas áreas de conhecimento. O corpo docente é formado por 16 profissionais, alguns com larga experiência em obras de restauração e outros pertencentes ao meio acadêmico e aos órgãos de proteção do Patrimônio.

carga horária : 400 horas

DISCIPLINAS:

  1. INTRODUÇÃO GERAL
  2. INTRODUÇÃO NO BRASIL
  3. ARQUITETURA BRASILEIRA
  4. PATOLOGIAS DE DETERIORAÇÃO
  5. RESTAURO
  6. ESTUDOS DE MATERIAIS E SEU RESTAURO
  7. PROJETOS
  8. PLANEJAMENTO
  9. METODOLOGIA DE PESQUISA CIENTÍFICA
  10. ARQUEOLOGIA

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS DISCIPLINAS:

DISCIPLINA I

INTRODUÇÃO GERAL

a) Preservação patrimonial e restauro na arquitetura

1.Historia da conservação-restauração;

2.Os documentos clássicos e suas interpretações em relação aos bens móveis.

3.Princípios gerais da conservação-restauração;

4.O código de ética profissional;Gerenciamento patrimonial e gerenciamento de risco;

5.Políticas de preservação: conservação preventiva, acidentes naturais e desastres administrativos;

6.Projetos interdisciplinares: áreas afins;

7.Formação e treinamento: cursos de curta e longa duração;

8.Parcerias internacionais: intercâmbios, bolsas de estudo, estágios, etc;

9.Estudos e pesquisas para o estabelecimento de padrões nacionais.

10.Os centros internacionais e os grandes fóruns de discussões: normas e documentos;

11.Associações nacionais e internacionais;

12.O estado atual da questão: cursos acadêmicos, reconhecimento profissional, mercado de trabalho, honorários e proteção legal.

 

b) História das teorias da conservação e da restauração arquitetônica mundial

1.Histórico antes das teorias de restauro do século XIX;

2.As práticas dominantes do século XIX;

3.As intervenções nos monumentos do passado antes do restauro modernamente entendido;

4.A Revolução Francesa e a Inspetoria dos Monumentos Históricos;

5.Restauro estilístico de Eugène Emannuel Viollet-le-Duc.

6.Anti-restauro e a defesa da conservação de John Ruskin;

7.A evolução teórica na Itália com Camillo Boito e Gustavo Giovannoni resultando na Carta de Veneza de 1931;

8.Camillo Boito e as bases do restauro moderno;

9.Os valores dos monumentos segundo Alois Riegl;

10.Gustavo Giovannoni e os conceitos de “arquitetura menor” e de “ambiente dos monumentos”;

11.A teoria de restauro de Cesare Brandi;

12.Análise das cartas patrimoniais diversas;

13.Pensamento de Roberto Pane, Paolo Marconi, Cláudio D’Amato e Salvador Muñoz Dias.

c)Conceitos e visões contemporâneos da restauração arquitetônica mundial

1.A crítica à Carta do Restauro de 1972 e a defesa das reconstruções por Paolo Marconi;

2.A relativização dos conceitos de autenticidade e integridade;

3.A Carta de Cracóvia de 2000.

d) Autenticidade e memória

1.Discussão sobre os valores de autenticidade e suas acepções em diversas partes de mundo;

2.Discussão sobre a noção de memória e identidade cultural e os liames entre a matéria a ser preservada e suas transformações necessárias;

3.A restauração como um processo criativo.

 

DISCIPLINA II

INTRODUÇÃO NO BRASIL

a)     Preservação patrimonial e restauro na arquitetura no Brasil

Histórico e os órgãos de preservação no Brasil

1.Breve histórico sobre arquitetura brasileira;

2.Formação de nossa identidade com os intelectuais pertencentes à Semana de Arte Moderna de 1922;

3.A criação do SPHAN e seu desenvolvimento;

4.A preocupação com a documentação e o inventário de bens móveis;

5.Legislação brasileira de proteção do patrimônio cultural.

Formação profissional

  • Histórico das escolas atuantes em Minas Gerais, na Bahia e movimento atual;
  • O aprendizado diretamente nas obras e nos ateliês;
  • Entidades de classe e o reconhecimento da profissão;
  • Novas perspectivas para o arquiteto-restaurador.

 

DISCIPLINA III

ARQUITETURA BRASILEIRA

Estilos arquitetônicos – Métodos construtivos – Especificidades regionais

a)     História da arquitetura brasileira I

O colonial laico e a influência indígena

  • Casas de câmara e cadeia;
  • Mercados;
  • Casas Bandeirantes;
  • Residências rurais e urbanas;
  • A praça.

Arquitetura religiosa:

  • Os jesuítas: As Missões no Rio Grande do Sul;
  • Os Franciscanos, Beneditinos e Carmelitas.

O Barroco em:

  • Minas Gerais;
  • Bahia;
  • Rio de Janeiro;
  • Goiás;
  • Pernambuco.

O Maranhão e a influência francesa

  • Azulejaria.

O Rococó

b)     História da arquitetura brasileira II

Arquitetura brasileira no século XIX: O Ecletismo e Neoclassicismo

  • A estética da ornamentação;
  • As ordens clássicas e suas adaptações;
  • O confronto do repertório plástico com a arquitetura contemporânea;
  • O início da produção industrial.

c)     História da arquitetura brasileira III

A arquitetura moderna

  • A busca de ideias e uma nova identidade nacional;
  • O repertório plástico;
  • A mudança das técnicas construtivas.

 

DICIPLINA IV

PATOLOGIAS DE DETERIORAÇÃO

a)      Levantamentos e caracterização de materiais através de exames específicos

Introdução: Levantamento histórico e iconográfico

  • Cadastramento arquitetônico;
  • Levantamento histórico e iconográfico;
    • Consulta aos órgãos públicos e bibliotecas, investigando a cronologia da edificação, estudo comparativo das imagens, análise tipológica, avaliação das modificações ocorridas nos projetos aprovados e no bem em questão, pesquisa oral com depoimentos, etc;
    • Levantamento arquitetônico – técnicas de medições, novas tecnologias, estereofotogrametria, desenhando ornamentos, mapeamento de danos e diagnóstico do estado de conservação.

“In loco”: visita à obra

  • Prospecções – tipos de alvenaria, estratigrafia de argamassa e pictórica;
  • Quantidade de argila presente na areia;
  • Qualidade da cal;
  • Testes de percussão e som cavo.

Análises de laboratório

  • Quando e porque analisar;
  • Tecnologia existente.

Microscopia ótica e eletrônica de varredura

  • Análises microbiológicas;
  • Caracterização de madeira;
  • Caracterização de rocha;
  • Resistência à tração e compressão de argamassas, rochas e outros materiais;
  • Absorção de materiais porosos;
  • Abrasão de rocha e de materiais de revestimento;
  • Análise granulométrica para traços de argamassas;
  • Identificação de sais em materiais porosos;
  • Condições climáticas para ambientes internos.

Exames diversos para obras de arte:

  • Raio ultravioleta;
  • Raio infravermelho;
  • Raios X;
  • Luz rasante;
  • Lupa.

b)     Diagnóstico, mapeamento e processos de restauro:

  • Reconhecendo o entorno - Poluição atmosférica, trepidação no solo, presença de vegetação e pátina biológica, ações antrópicas;
  • Estrutura – recalque, rachadura, umidade, perda e riscos de queda;
  • Fundações - umidade, recalque;
    • Alvenaria – rachaduras, umidade ascendente e descendente, desagregação, perda, inserção de materiais não adequados;
    • Telhado- falência do madeirame, corrosão metálica, acúmulo de detritos, ausência de visitação e manutenção, substituição de telhas, ausência de impermeabilização;
      • Pisos – ação de térmitas, perda de partes, preenchimento do espaço de aeração do piso, desagregação superficial de peças cerâmicas e perda;
      • Esquadria- falta de manutenção, inserção inadequada de material;
        • Materiais porosos (pedra e argamassa) – esfoliação, rachadura, erosão, deformação, desplacamento, crosta, eflorescências Salinas, perda, presença de vegetação, pátina biológica, pátina, etc.

c)     Manejo de pragas florestais e processos de biodeterioração diversos.

 

DISCIPLINA V

RESTAURO

a) O restauro e sua inserção no tecido urbano

Elementos artísticos integrados

Conservação preventiva e manutenção

O restauro e sua inserção no tecido urbano

  • A identificação de novos usos: a auto-sustentabilidade e o risco da criação de “museus de si mesmo”;
  • Restauro entre preservação e transformação: construir no construído;
  • A requalificação urbana e os riscos da gentrificação;
    • Arquitetura e contexto: do restauro urbano à inserção de novas edificações em sítios históricos;
    • Conservar antes de restaurar;
    • Higienização de: telhados, forros, pinturas murais, douramento, telas, metais;
      • Limpeza constante, troca de peças, inserção manta impermeabilizante em telhados;
      • Processos de drenagem e proteção contra água;
      • Aplicação de protetivos diversos;
      • Produtos não recomendáveis;
        • Sítios históricos e conjuntos urbanos – evolução do conceito (identificação de testemunhos históricos e das características morfológicas do espaço urbano);
        • Normas nacionais, internacionais, planejamento e projetos urbanos;
          • Projetos de reabilitação urbana integrada – (gestão, requalificação dos espaços urbanos, recuperação dos edifícios e formação de mão de obra especializada);
            • Morfologia e configuração urbana – (forma, volumetria, traçado, parcelamento e relações morfológicas entre os espaços construídos, abertos e verdes);
            • Inserção de novas edificações em sítios históricos – (identificação do traçado e parcelamento, intervenção em ruínas e o preenchimento dos vazios do conjunto);
              • Proteção do entorno – (referências internacionais sobre o conceito, a experiência brasileira);
              • Turismo, sustentabilidade e monitoramento – (potencialidades e vocações adquiridas).

Intervenção nos sítios e conjuntos

  • Identificação da tipologia edilícia (elementos decorativos originais relevantes, materiais originais de revestimento, elementos da cobertura, esquadrias);
  • Intervenções pontuais nos imóveis e a preservação do partido;
  • A identificação de novos usos – sustentabilidade e dinâmica urbana;
  • Mão de obra e a participação social e dos agentes que atuam no local.

Conservar antes de restaurar

  • Os fatores de degradação dos imóveis;
  • Conservação preventiva.

Na urbe

  • Análise do entorno e possibilidades de mudanças;
  • Novo fluxo de visitantes e eixos de circulação;
  • Interação com a população local – apropriação da nova estrutura;
  • Possíveis processos de deterioração e de manutenção;
  • Os riscos da expulsão da população local.

Bens artísticos integrados mais comuns

  • Pinturas, esculturas em pedra e argamassa, douramentos, metais, talhas, vitrais, etc;
  • A compreensão da unidade do imóvel e a compatibilização das intervenções necessárias;
  • Proteções provisórias;
  • Intervenções parciais;
    • Identificação dos usuários do imóvel e os participantes do processo de restauração;
    • Adequando as necessidades de cada agente durante e após a obra;
    • Controle do fluxo de pessoas;
    • Treinamento de guias;
    • Gestão dos problemas.

Conservação e processos de manutenção preventiva

  • Elaboração de cadernos e normas de procedimentos para manutenção preventiva em bens culturais diversos.

 

DISCIPLINA VI

ESTUDO DE MATERIAIS E SEU RESTAURO

a)     Conceitos de reversibilidade e compatibilidade noções básicas de química orgânica.

  • Solventes;
  • Propriedades físicas e químicas;
  • Migração, evaporação, dissolução;
  • Toxidade, diluições e misturas;
  • Utilização de alguns solventes (álcoois, cetonas, aminas, derivados nitro – hidro carbonetos aromáticos e alifáticos);
  • Compostos reativos.

b)     Pedras: Origem e classificação

  • Ígneas, sedimentares, metamórficas;
  • Características e usos comuns;
  • Como avaliar a evolução dos processos de deterioração endógenos e exógenos;
  • Água e sais;
  • O ataque biológico – bactérias, fungos, algas, liquens, musgos, plantas;
  • Processos de restauro (limpeza, consolidação e proteção).

c)     Resinas

  • Para consolidação, impermeabilização, reforço estrutural, colagem de peças, vernizes, criação de moldes, vedação, etc;
  • Produtos comerciais (acrílicos, polivinílicos, silicatos de etila, epóxi, poliéster, compostos fluorados).

d)     Retomando conceitos sobre autenticidade.

Argamassa

  • Componentes básicos – argila, gesso, cal (aérea e hidráulica), cimento, areia, outros inertes e agregados reativos;
  • Aditivos;
  • Propriedades físicas e mecânicas das diversas composições;
  • Questões a serem postas antes do restauro;
  • Processos de restauro (complementação, consolidação e proteção).

e)     Estuque

  • Breve histórico e composição básica;
  • Danos comuns e cuidados antes do restauro;
  • Os materiais (a cal, a areia, a água) e a mão de obra;
  • Restauração de forros;
  • Higienização e descupinizacão;
  • Consolidação e pré-consolidação da argamassa;
  • Recomposição das lacunas;
  • Restauração de sancas;
  • Demolições, remoções e reprodução de peças grandes (moldagem e modelagem);
  • Métodos de limpeza e de consolidação;
  • Execução de novas peças;
  • Fixação de peças e partes soltas;
  • Tratamento de fissuras e rachaduras;
  • Recuperando o finus e acabamento final.

f)       Madeira

  • Seu uso e disseminação na arquitetura brasileira;
  • Classificação botânica, crescimento, trabalhabilidade, composição química, métodos de identificação, produção, propriedades físicas e mecânicas, defeitos, levantamento e diagnóstico, principais causas de degradação, no canteiro de obra – armazenamento, escoramento, limpeza e remoção, substituição, reforços, eliminação dos agentes, desinfestação, imunização, tratamentos finais.

g)     Pintura sobre madeira

  • História das técnicas e sua disseminação no Brasil;
  • Imaginária religiosa;
  • Estabilização dos suportes (desempenamento e consolidação);
  • Faceamento e impregnação;
  • Processos de deterioração da pintura;
  • Procedimentos de restauro: limpeza, remoção de vernizes oxidados, remoção de repinturas com alteração cromática, nivelamento, reintegração pictórica e aplicação de verniz.

h)     Douramento

  • Breve histórico;
  • A folha de ouro e outras aplicações metálicas;
  • Diferenças de douramento a óleo e a água;
  • As diversas características do bolo e sua aplicação;
  • Bolo com ovo e bolo com cola;
  • Douramento sobre diferentes suportes (madeira, pedra e metal).

 

i)       Pintura mural

  • Breve histórico das técnicas;
  • Cor e pigmento;
  • Limpeza e desinfestação;
  • Consolidação;
  • Tratamento estético.

 

j)       Pintura de fachadas

  • Diversos tipos de tinta, suas características e indicações (acrílica, polivinílica, a base de cal e de base mineral);
  • Velaturas e argamassas pigmentadas.

k)     Argamassas especiais

  • Breve histórico;
  • Composição dos materiais, método construtivo e processos de restauração;
  • Estuque, marmorizado e esgrafito.

l)       Tipos de reintegração pictórica

  • Imitativo, imitativo num tom mais claro, velatura, velatura sobre abrasão, abstração cromática, seleção cromática, seleção pictórica, tracejado, tom neutro, água suja.

 m)  Azulejo artístico

  • Histórico no mundo e disseminação no Brasil;
  • Diferentes técnicas – alicatado, de aresta, corda-seca, majólica, caixilho, padronagem de tapete, grandes painéis;
  • A produção semi-industrial do estampilhado;
  • A manufatura do azulejo e seus componentes (pasta cerâmica, a preparação da chacota, o vidrado, a transferência do desenho, a pintura);
  • Processos de deterioração;
  • Procedimentos de restauro: documentação, mapeamento de danos, limpeza, faceamento, tratamento das juntas;
  • Avaliação sobre a remoção total ou parcial;
  • Higienização, dessalinização, descolagem e colagem de fraturas;
  • Preenchimento de lacunas, assentamento, rejuntamento;
  • Reintegração.

n)     Mosaico

  • Breve histórico da arte musiva e diversos materiais utilizados;
  • Documentação;
  • Reposição de tesselas;
  • Ritmo de tesselas;
  • Processos de deterioração, restauração e limpeza.
  • o)     Metal
    • Caracterização do material;
    • Processos de deterioração;
    • Pátinas e restauro;
    • Estudo de casos.

 

DISCIPLINA VII

PROJETO

a)     O restauro arquitetônico

Definições e conceitos

  • Conservação e restauro;
  • Patrimônio cultural;
  • Diagnóstico, documentação, manutenção;
  • Conservação preventiva e corretiva.

Projetando

  • Restauração;
  • Anastilose;
  • Adaptação a novo uso (retrofit);
  • Reconstrução;
  • Réplicas.

Diretrizes do projeto

  • Definição de uso e do programa de necessidades;
  • Intervenções somente para adaptações de infraestrutura;
  • Requalificações de usos e ocupações.

O partido arquitetônico

  • Complementando a estrutura original sem criar um contraste estético;
  • Evocar o contraste para valorização de ambas as partes;
  • As infinitas possibilidades entre as duas proposições;
  • Mantendo a casca (fachadas) e readequação interior.

O pós-obra

  • Os relatórios de atualização e o as built;
  • Avaliação e análise posterior do uso e ocupação do bem restaurado;
  • A conservação preventiva e avaliação do pós-obra.

b)     Projetos complementares

  • Acesso para portadores de necessidades especiais;
  • Técnicas de isolamentos acústico e térmico;
  • Normas técnicas (ABNT) e instalações de infraestrutura elétrica, hidrossanitária, lógica, CFTV, etc;
  • Processo de aprovação de projetos perante os órgãos oficiais de proteção do patrimônio (Federal, Estaduais e Municipais);
  • Segurança patrimonial (Corpo de Bombeiros).

c)     Estudos de casos de projetos e obras de restauro arquitetônico.

 

DISCPLINA VIII

PLANEJAMENTO

Cronograma

  • Atualizações;
  • Controle de qualidade;
  • Representando os órgãos de preservação e o cliente;
  • Estruturando um projeto;
  • Estruturando uma obra.

Dimensionando uma equipe

  • Definição e estudo de prazos de obra.
  • Definindo líderes e responsabilidades;
  • Gestão de profissionais.

Gerenciamento

  • Integrando ações;
  • Planejamento e gestão técnica;
  • Análise de custos;
  • Licitações e concorrências públicas e/ou privadas.

Canteiro de obras

  • Infraestrutura de mobilização da obra e seus processos;
  • Infraestrutura básica no canteiro;
  • Proteção e segurança funcional.

 

DISCPLINA IX

METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTIFÍCA

a)     Introdução à metodologia científica geral

  • Ensinar o caminho metodológico para a construção de um trabalho acadêmico: conceitos utilizados na pesquisa científica;
  • Abordagens de pesquisa para um projeto de restauro;
  • Elaboração de um projeto de pesquisa histórica e iconográfica.

Conteúdo programático:

  • Definições fundamentais: metodologia, método, lógica, semiótica;
  • Operações da razão: conceber, julgar e raciocinar;
  • Operações da inteligência e o pensamento científico;
  • Projeto de pesquisa: problemas, objeto da pesquisa, objetivos gerais e específicos, justificativa, resultado, conclusão;
  • O caminho metodológico para a construção de um trabalho acadêmico;
  • Conceitos utilizados na pesquisa para a análise da restauração;
  • A pesquisa multidisciplinar;
  • Tipos e abordagens de pesquisa.
  • Processos de amostragem;
  • Estratégias de análise dos resultados;
  • Os passos e a construção do projeto de pesquisa;
  • Diretrizes para a elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos;
  • Normas e padrões técnicos – ABNT.

b)     Metodologia científica do projeto de restauro em arquitetura;

c)     Orientação e elaboração do trabalho final (pesquisa e projeto).

 

DISCPLINA X

ARQUEOLOGIA

O projeto e a obra

  • Cadastramento;
  • Levantamento fotográfico;
  • Prospecções arquitetônicas e arqueológicas;
  • O projeto arqueológico: Avaliação do potencial arqueológico, a pesquisa arqueológica e a utilização dos vestígios.