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Douração

Preparo da madeira; Lixamento; Encolamento

 

Base branca; Preparo da cola, deixar de molho e banho maria; Carga; Aplicação da base branca

 

Tempo de secagem

 

Técnica de colagem da folha de ouro em papel jornal para recortar e manusear com facilidade

 

Base com bolo armênio; Preparo da cola de  peixe, diluir e misturar o bolo armênio

Aplicação do bolo armênio; Acabamento.

 

Tempo de secagem

 

Aplicação de mordente

 

Aplicação de mordente à base de óleo, verniz;

Aplicação de mordente com cola de peixe, gelatina;

Preparo dos mordentes.

 

Tempo de “secagem” ou chegar no ponto da aderência

 

Textos de douração

 

Aplicação da folha de ouro imitação

 

Acabamento

Pátina

 

Bolo de armênia  imitação

Policromia

Conceito de Policromia

 

Etimologia

Aplicações

Pintura: murais, telas, afrescos, ícones.

Escultura: especialmente a pintura de imagens sacras (madeira, gesso, cerâmica etc.).

Arquitetura: ornamentação pintada.

Gráfica: impressão em CMYK para livros, revistas e materiais litúrgicos.

Objetivo Estético e Simbólico

Criar composições ricas e vivas.

Despertar emoções, espiritualidade e significados.

Reforçar simbolismos através da cor.

Policromia em Diferentes Contextos

Esculturas, templos e monumentos eram originalmente policromados.

Uso de pigmentos naturais (óxidos, minerais) com forte valor simbólico.

Arte Sacra

Presente em imagens de santos, altares, retábulos e ícones.

Utiliza técnicas como: Pintura em camadas; Douramento com folha de ouro;

Carnação (tratamento pictórico da pele); esgrafito, punção, encáustica (muito usado em ícones) e gravações decorativas.

A policromia sacra varia conforme a época:

Barroco (séc. XVII–XVIII): talha dourada e policromada, aparelhagem, folha

de ouro.

Contemporânea: uso de acrílicos, guache, duco e outras tintas modernas.

A Policromia na Conservação e Restauração

 Ao restaurar uma imagem, é fundamental identificar:

O suporte: madeira, gesso, cerâmica, metal, vidro, pedra, marfim etc.

A época da obra: determina a técnica e os materiais utilizados originalmente.

A estratigrafia pictórica: camadas de preparação, douramento, policromia e vernizes.

A escolha dos materiais deve respeitar: Reversibilidade e Compatibilidade.

Estabilidade ao longo do tempo.

O conservador/restaurador deve observar a policromia existente para selecionar o

material mais adequado à intervenção, preservando a integridade histórica e artística da obra.